São sete da tarde, ou sete da manhã, ou uma hora do dia que não me diz absolutamebnte nada. Estou parada e espero por algo que não vai acontecer. Faz três dias que espero e a minha fome continua, não me larga a sensação de que venha o que vier a insatisfação vai continuar. É minha, sou eu em ar sólido. Exijo que me satisfaçam. Exijo que se deem. Exijo que se tomem. São sete da manhã e nada acontece.